Os 3 Incentivos à Inovação Que Você PRECISA Conhecer
Você já sabe que existe dinheiro em pesquisa, mas o que ainda não te contaram é como consegui-lo.
Antes de adentrarmos a parte prática da coisa, é necessário entender que há diferentes formas de conseguir dinheiro em inovação.
Há três grandes categorias de incentivos: os fiscais, os financiamentos e as subvenções — também conhecidas como recursos não reembolsáveis.
🛃 Incentivos Fiscais
Redução dos impostos para serviços e produtos utilizados em projetos de inovação.
💳 Financiamento
Empréstimos com taxas e carências mais atrativas do que as de mercado, visando projetos de alto risco.
💰 Subvenção
Linhas de incentivo não reembolsável que cobram apenas um percentual de contrapartida.
Incentivos Fiscais
Primeiro temos os incentivos fiscais. Essa é a forma de fomento indireta que o governo encontrou de incentivar a inovação de forma contínua.
Programas como a Lei do Bem e a Lei da Informática permitem que empresas reduzam a taxa de imposto sobre produtos e serviços aplicados no desenvolvimento de inovação.
A lógica é incentivar a busca contínua por inovação para que os impostos fiquem menores mês a mês.
Financiamento
Em seguida temos o financiamento, que consiste em emprestar dinheiro que é devolvido com juros.
Porém, o empréstimo de dinheiro é uma prática comum, você pode estar pensando, o que há de tão diferente no caso da inovação?
Visando o incentivo da inovação, órgãos como o FINEP e o BNDES ofertam linhas de crédito com condições muito melhores que as do mercado.
E ainda melhor: são linhas de incentivo com um maior apetite a risco, onde projetos mais arrojados têm preferência.
Subvenção
Por fim temos a subvenção econômica. Nas outras duas categorias o incentivo se dá na redução do custo: os incentivos fiscais reduzem impostos; os financiamentos reduzem a taxa de juros.
Já a subvenção funciona como um multiplicador de investimento.
A subvenção é um apoio financeiro dado a determinado projeto sem a expectativa de retorno. Ou seja, é um dinheiro de fundo perdido, não reembolsável. O órgão fomentador entrega esse dinheiro e não espera que a sua empresa o pague de volta.
Mas com que a subvenção é um multiplicador então? Parece mais dinheiro “de graça”.
O detalhe é que existe algo chamado ‘contrapartida’ na maioria dos fomentos de subvenção. É basicamente um método que se encontrou para identificar se a empresa tem skin in the game: a proponente também acredita no projeto dela ou ela simplesmente busca “dinheiro de graça”?
Essa contrapartida varia muito, a depender do tamanho da empresa, mas é possível multiplicar o investimento em até 34 vezes! Como? Há contrapartidas de apenas 3% disponíveis: onde R$ 150 mil, por exemplo, podem se tornar R$5,15 milhões!
Agora você já sabe quais são os tipos de fomento existentes. Estas são as modalidades públicas. Ainda existem os incentivos à inovação privados, promovidos por empresas, mas esses variam bastante de empresa para empresa.
Quer saber como encontrar esses fomentos e como fazer para obtê-los?
Inovemos!